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Exames Complementares

Considerações

Os exames complementares ou subsidiários podem ser necessários em diversos momentos

  • No auxilio para elucidação diagnóstica
  • Para determinação do prognóstico
  • No acompanhamento do tratamento
  • Na preservação do paciente
Podem ser classificados como:
  • Específicos: São aqueles que fornecem o diagnóstico final. Ex. alguns exames sorológicos e o resultado anátomo patológico.
     
  • Semi-específicos: Apenas sugerem possibilidades diagnósticas. Ex. áreas radiolúcidas em radiografias periapicais.
     
  • Inespecíficos: Fornecem apenas indícios de diagnóstico. Ex. hemograma.
De uma maneira geral os exames diagnósticos devem ter os seguintes atributos:
  • Sensibilidade: é a probabilidade do resultado ser positivo quando aplicado em paciente com a doença (proporção de verdadeiros positivos).
     
  • Especificidade: é a probabilidade do resultado ser negativo quando aplicado em paciente sem a doença (proporção de verdadeiros negativos).
É importante ressaltar que o exame clínico bem realizado pode ser perfeitamente complementado pelos chamados exames subsidiários. Jamais o inverso é verdadeiro.
 
O raciocínio diagnóstico conduz seletivamente ao exame complementar, e com isso o viabiliza com maior eficiência, menor tempo e custo.
Os modernos recursos tecnológicos de diagnóstico proporcionam meios para um diagnóstico preciso, tanto do ponto de vista etiológico como topográfico e, o que é mais importante, mais precoce, com evidente benefício para os pacientes, como ocorre no caso das neoplasias.

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